sexta-feira, 13 de março de 2015

Isto vai de vento em poupa!

Lembram-se de á uns tempos vos ter vindo aqui dizer que andei com uns problemas na garganta? Pois é! A verdade é que graças a isso já emagreci 4kg.
Então, não é que quando andei assim me habituei a comer pouco? Como diz a Teta fiz muito bem porque habituei o estômago a ficar só a metade e quando como muito já noto diferenças no meu bem estar, e com isto de não comer tanto emagreci 4kg (apesar de já não comer algumas coisas que comia antes que não faziam tão bem), e como diz a Ninoca "tás muito mais jeitosa, e já se nota" eheheh :) 

Fim de semana prolongado

Já vai na segunda sexta-feira que há greve dos funcionários, e eu por muita sorte que tenha a minha escola faz sempre, mas por um lado também não acho bem porque as funcionárias de cá não têm razões para isso.
Mas o que importante é que dê para dormir até as 10h ehehehhe :)

quinta-feira, 12 de março de 2015

SNS- Sistema Nacional de Saúde

Tendo tido uma distensão muscular lombar, a médica prescreveu-me 7 injeções intra-musculares para serem administradas dia sim, dia não, ficando também em casa 7 dias de Baixa em repouso e sem fazer esforços.
A primeira foi administrada logo no dia em me dirigi ao centro de suade da minha área de residencia.
Regressando a cidade onde vivo, e o facto de o centro de saúde ficar muito longe, quando me desloquei á farmácia para comprar as injeções perguntei se na farmácia também administravam injeções, disseram-me que sim, fiquei feliz e contente porque a farmácia fica a 2 min. de casa e com dificuldades em me deslocar, dava-me imenso jeito.
Fui melhorando mas não o suficiente para regressar ao trabalho após os 7 dias de baixa, voltei novamente á médica, passou-me mais 7 dias, como ia ficar na terrinha 2 dias marquei com a minha enfermeira de família, levar lá a injeção no dia a seguir.
Chego ás 13h50 hora marcada no dia anterior, pedem-me que aguarde.
14h00, 14h10 e ninguém me chama, desloco-me novamente ao guiché onde me informam, que essa marcação não está na agenda da minha enfermeira de família para ir ao gabinete dela falar com ela.
Vou ao gabinete não está ninguém, sento-me aguardo alguns minutos, vem uma auxiliar que me pergunta se estou á espera de alguém, explico a situação, indica que a minha enfermeira de família teve um imprevisto pessoal e não se encontra, entretanto leva-me a um gabinete de outra enfermeira, que não estando no momento a fazer nada, me diz logo com despacho, tem que ser ao fundo do corredor com a enfermeira X, ok.
Vou novamente ao guiché, digo que a enfermeira X é que tem de me dar a injeção.
Dou os dados novamente ( com estas andanças todas, perdi a vez, e sem exagerar pelo menos 10 pessoas me passaram á frente ), e pede novamente que aguarde na sala.
14h30, 14h50, 15h00, 15h30. . .  e nada, as pessoas que me passaram á frente já foram atendidas, entretanto já chegaram outras e eu continuo á espera.
15h40, vim-me embora.
E se havia enfermeiros a deambular pelos corredores, oh se havia!!
O que devia ter feito??
Não o fiz, mas já estou arrependida, aliás muito arrependida, devia ter reclamado, ter feito um alcantejo como diz a avó mary, reclamado no livrinho, porque acho indecente que o doente é que tenha de averiguar se determinada situação está ou não marcada e o facto de a espera ter sido mais que muita!!
Na farmácia onde me dão a injeção, são 5 minutinhos e não cobram nada, apenas tive de comprar as agulhas.

Falta de organização, muita mesma, mas é este o sistema de saúde que temos, UMA VERGONHA!!

segunda-feira, 9 de março de 2015

Violência Doméstica

É um tema que muito se fala agora. É um assunto que já não tem de ficar só entre quatro paredes, porque desde 2010 tornou se crime público. Um crime que deve ser sempre denunciado quer pelas vítimas como por testemunhas.
Mas denúncia-lo nem sempre é fácil. Libertarmo nos do predador nem sempre é fácil. Demoramos a admitir que o que se passa não é normal, que não passa com o tempo. Pelo contrário só tende a agravar. E violência Doméstica não é só física, é também psicológica e esta por vezes marca mais ainda, marca por dentro e não deixa marcas visíveis, deixa ematomas que demoram a cicatrizar.
Eu fui uma destas vítimas, e digo fui porque felizmente tive o apoio e empurrão que sozinha não conseguia dar.
Foram 3 anos de namoro, 3 anos de uma convivência que em nada era saudável. Sem me perceber fui me deixando encurralar e fui me fechando na minha concha. Perdi a alegria que sempre me foi característica e acomodei me a viver assim.
Muitas foram as vezes que tive vontade de acabar com tudo, dar o grito e soltar me mas no fim fui sempre me deixando ficar.
Mas venci e Hoje sei que sou superior a tudo isso e consigo ver, que quem age desta maneira, é doente, não admite as suas franquezas e muita-as no outro, fazendo dele uma presa.

A APAV criou agora um hino de apoio a todas as vítimas. Sejam elas mulheres ou homens.


domingo, 8 de março de 2015

Descadeirar !!

É mesmo assim que me sinto completamente descadeirada !!
E esta é a minha nova versão. . .  (sem a bengala, claro )



Rabo esticado para trás, costas curvadas, e andar de pinguim !! Muito bonito de se ver ( not )


Descadeirar

1.derrear com pancada
2.desnalgar
3.desconjuntar
4.Brasil bater nas nádegas

-  Provocar ou sentir dores nas cadeiras ou nas ancas (ex.: o exercício físico descadeirou-o; descadeira-se sempre que corre).
- Deixar ou ficar muito cansado (ex.: a aula de ginástica descadeirou-os; os alunos descadeiram-se nas aulas de educação física). = CANSAR, EXTENUAR


Feliz dia... Mulheres da minha Vida!

Feliz Dia Internacional da Mulher!

Feliz Dia da Mulher...


sexta-feira, 6 de março de 2015

Destralhar Janeiro / Fevereiro

O destralhe continua cá por casa...

Em Novembro participei num desafio: Destralhar uma divisão em 10 dias e em Dezembro noutro na Operação Destralhar que consistiu em cada 1 de 10 dias limpar as superfícies de uma divisão, manter as dos dias anteriores limpas e ainda destralhar um objecto por dia. Devo dizer que correu muito bem, todos os dias destralhei mais que um objecto e não foi preciso muito esforço.

Janeiro e Fevereiro não tiveram desafios pois o meu tempo esteve muito limitado e sem sempre a minha disponibilidade era previsível. No entanto, o assunto não ficou esquecido e devo mesmo dizer que já começo a ver frutos neste meu esforço.

Hoje consegui finalmente vender uma águia de loiça que andava vai, não vai, desde o verão passado. Sim, é do Benfica, mas não me é útil, nem bonita, muito menos era minha e como tal, 2ª voa até à madeira para fazer as alegrias doutra família:


Nestes meses reuni também alguns brinquedos que o meu filho já não liga para dar a outra menino que simplesmente não tem. E que bem que eu sinto em saber que com tão pouco, posso fazer tanto a alguém, ainda mais uma criança.

Iniciei também já a minha operação Destralhe 2015 e já renovei e reduzi o numero de facas, os sacos de plástico e cartão e algumas (poucas) garrafas.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Ainda não percebi...

Ainda não percebi... se vender sacos, sejam eles de plástico, cartão ou uma espécie de ráfia dá assim tanto lucro!!!

É que os empregados dos balcões dos hipermercados parecem estar instruídos para nos perguntarem vezes sem conta se queremos saco...

A sério que ainda não percebi a insistência. Se eu não tiver mãos ou braços ou sacos que me cheguem para carregar as minhas compras, eu certamente não me esqueço de pedir.

Calma Senhores!!!!